domingo, 2 de junho de 2013

Minha Estreia na Festa do Tomate

Cachaça com amarula nesse trequinho. 
Eu nem sei ao certo há quanto tempo temos um sítio em Paty do Alferes (RJ). Mas, com certeza, há mais tem 20 anos. E eu nunca, NUNCA, havia ido na Festa do Tomate. Sei lá. Preguiça de sair, não sei e não lembro os motivos.

Porém, neste findi, resolvi comparecer. Fui com minha amiga, a Bárbara, filha da moça que me ajuda com as coisas lá no sítio.

E fiquei impressionada com a organização e a estrutura, talvez aprendida de fato após a bagunça que foi quando a Ivete Sangalo deu um show já há alguns anos e eu ouvi horrores daquele edição da festa.

Rafael, cansado, ficou no sítio. Eu não queria dirigir para poder beber. E também não queria que ele nos leva-se; além de estar cansado após um plantão de 24 horas, tirar o carro de casa dá um certo "trabalho" por conta da história de solta cão, prende cão, solta cão de novo etc. E o canil é longe do portão da casa.

Então, busão.

Andamos até o ponto, 22h30. Super trank. Maior galera pega o ônibus pra ir pra lá. Cerca de 20 minutos depois, chegamos ao local. Tem um mega estacionamento com seguro por R$ 10. Ficam uns caras lá organizando os carros, pra todo mundo parar certinho.

O ônibus te deixa na boca da entrada da festa.

Muitas barraquinhas vendendo comida... Hmmm... Junk food. *rs* Salsichão (MUITO BOM!), churrasquinhos, caldos, churros, pastéis, maçãs do amor, frutas cobertas com chocolates, cocadas de vários sabores, sandubas, cachorros-quentes, pizzas.
Sim, lógico que tem bebida, mas ali fora a ideia é forrar o estômago pra depois nos fartarmos nas barracas de bebidas na parte aonde o show é realizado.
Até ali, não precisa de ingresso.

As bilheterias eram divididas; quem pagava R$ 20 (inteira) era de um lado e a turma da meia entrada, do outro. As filas andavam rápido e, portando, pequenas. O pessoal era ágil.

Inspeção na entrada para ver se estamos armados. E depois é só curtir.

Lá dentro, mais barracas de comida, mas a coisa se inverte; muitas, mas muitas mesmo, barracas de bebida. Drinques, tequilas, promoções, um pessoal andando no meio da galera com bandejas de caipirinha pra você não precisar ir até a barraca comprar.

Estava cheio, lotado, mas dava perfeitamente pra circular sem se sentir no metrô na hora do rush.

Show do Zeca Pagodinho. Maravilhoso!
Era cerca de 2h30 quando decidi ir embora. Táxi na volta? Que nada! Busão de novo. NA PORTA. Eles ficam lá, na saída, vários. Conforme vão enchendo, vão saindo. E voltam pra pegar mais gente.

No ônibus que peguei havia um grupo hospedado em uma pousada cuja entrada era na beira da estrada mesmo. Foi só pedir ao motorista e ele os deixou NA PORTA da pousada. Desceram e não esqueceram de agradecer o moço.

Eu e Bárbara saltamos no nosso ponto e caminhamos pro sítio.

AMEI!
Paty do Alferes está de parabéns!
E ano que vem tem mais! =D

Bárbara e eu ainda no sítio. Uísque pra esquentar.

Simpatia do povo de Paty! =) O salsichão 'tava perfeito!

Morangos cobertos com chocolate no ponto! 

Orgulho patyense: tomates vencedores.

Zeca Pagodinho era a atração do sábado à noite.

Cheio, porém tranquilo e fácil de nos locomovermos. =)

Bárbara e eu depois de uísque e tequila.

Pavilhão.


2 comentários:

  1. vc indica algum lugar para hospedagem?

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    1. Oi, moça!

      Assim... Eu tenho onde ficar lá, não me hospedo em hotéis ou pousadas então é complicado eu indicar. Mas sempre depende de quanto você pode gastar. Os hotéis e pousadas lá são ótimos, sem exceção. Procure não ficar em uma pensãozinha qualquer.

      Boa sorte e divirta-se! =)

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