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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Eu e Trip, as "fofas" do Rafael! =)

Trip, filha de Dina e Tapache, com Rodrigo em pista
Quando o Rafael me conheceu, eu era atlética. Malhava todos os dias, cerca de duas horas por dia na academia e tinha uma educação alimentar a seguir. Depois, por motivos aqui irrelevantes, fiquei "fofa" mas ele continuou comigo assim mesmo; não foi daqueles caras que terminam porque a namorada engordou. Ponto pra ele! =)

Quando começamos a frequentar a Brigada, Rafa se encantou com a Trip. Não por ser "gordinha" -- meu caso -- porque ela é bem esguia, mas por causa da pelagem e pela carinha. Meu marido não é muito fã da estrutura do Border Collie, ele prefere cães com portes mais fortes, maiores. Quando perguntei o porquê de ele gostar só da Trip, a resposta dele foi: "Porque ela é fofa!". Ou seja, Border, pro Rafa, tem que ser peludo e um formato de rosto mais... Redondo (????). O.o Sei lá, é algo dele, inexplicável.

Já estou até vendo vocês...
"Por que você está nos contando isso? Que raio de post é esse?"

Só uma introdução curiosa para escrever que dois anos depois, veio o convite para eu conduzir a Trip. As fofas do Rafael, juntas no agility.

Foi feito pelo Giovanni na semana das provas de Itu este ano, a pedido do Rodrigo. O motivo é a "aposentadoria" da Trip com ele, visto que agora tem o Bino e não quer deixar a Trip sem praticar agility. O critério para a escolha foi a minha disponibilidade para treinos -- leia-se quantidade de tempo que passo perturbando a vida de Giovanni e Monique na Brigada. =P

A durabilidade é até Rodrigo e Giovanni decidirem que é hora de realmente deixar a Trip descansando. Se tenho resistência? Bem, pro agility, a gente sempre tira aquele fôlego extra na hora, né? *rs*

A felicidade é imensa por dois motivos, sem ordem de importância.

Um porque ela é filha de dois cães que admiro muito, Dina e Tapache, os quais trouxeram muitas alegrias aos seus respectivos donos. Dina se aposentou este ano, nas etapas de Itú, e conquistou vários títulos com seu dono, Dan Wroblewski. Tapache, falecido agora em Julho, veio diretamente da Itália e foi o primeiro Border que admirei ao assistir pela primeira vez ao vivo uma prova de agility; elegante, bonito, completamente focado no Giovanni.

O outro motivo é porque sei da importância dessa doga pro Rodrigo, do carinho que ele tem por ela. Portanto, ele ter me dado a honra de treinar a Trip é algo que nem sei como agradecer. Bem, talvez a melhor forma seja não fazendo feio com ela em pista! =) E agora, além de eu ter o Giovanni do lado de fora gritando, também terei o Rodrigo... Já imaginou?

PREEEESSSÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!