quarta-feira, 23 de março de 2011

Bonde Carioca aumentando! =D

Em tese. Dêem mais um tempinho que será na prática! =)

As condutoras presentes para torcer e sentir o clima de um Brasileiro são Juliana e Nicole, mais conhecidas respectivamente por Juju e Nicky.
Juju e Lola



Juliana tem 13 anos mas é experiente no agility. Ela é dona das Yorkshires Pit Jr. e Flora, mas o calor carioca tem sido cruel com as pequeninas e Juju optou em deixar essa brincadeira para uma Border Collie, a Lola, irmã da minha Sauza. Essa lindinha aos quatro e aos seis meses já arrebatou uma medalha e troféu em cada um dos dois matches na categoria Novatos (sem salto ou salto no Toy, túnel, distância com uma ripa, sem zona de contato). PROMETE!! E VAI CUMPRIR!! =D


Nicky e Ozzy




Nicky sempre sonhou em ter um Border, mesmo antes de ser um cão famoso na mídia. Hoje ela conduz Ozzy, um dogão enorme e lindo que começou a treinar agility já adulto e vem se saindo muito bem. Se não me engano, ele é da tia da Nicky. A dupla capricha nos treinos: Nicky é dedicada e Ozzy retribui com classe e habilidade. Já conquistaram um "troféuzinho" de 1º no último match na categoria Iniciantes. E ela não vê a hora de estrear no Brasileiro! =)




Enquanto as meninas não estréiam, o Rio de Janeiro será representado por 16 duplas em Itu:

* Vanessa / Brisa & Cocota
* Giovanni / Buck & Fumaça
* Monique / Onda
* Rodrigo / Bino, Trip & Wirna
* Antonella / Alice, Maddi & Tabacco (já cariocou!)
* Jorge Pais / Faísca & Nicky
* Maria / Zael
* Daniella / Lily
* Robson / Rambo

domingo, 20 de março de 2011

Encerrando o assunto

Encerrando meus posts de presenças e ausências.

Lamentei aqui as ausências de Daniel/Cookie, Val e Adalgisa. E sigo meu murinho de lamentações com a Juliana Sales e Cassiana, sendo que esta última irá mas apenas a passeio. Pessoas queridas pra mim, as quais queria muito a presença por N razões. Pelo menos a Cassi estará lá.

Na parte de "retorno", Fabs e Vívs decidiram me ver em Itu (*rs*). E Guará irá, porém assim como Cassi, apenas para ficar "aguando". =O

Algumas eu lamento a ausência, embora eu já esperasse... Nossa amiga carioca Lívia com a "loiríssima" Carol, Flea, que aparentemente participa mais dos Opens e do Paulista (certo?) do que do Brasileiro e da super-poderosa Luíza com a nobre SRD líder dos Rebeldes, Léia.

Que venha a próxima temporada (nossa! Ainda nem acabou essa!) para que eu possa ver todos juntos e zoar muuuuuitoooooooooooo com a galera toda!!

sábado, 19 de março de 2011

Desfalques em Itu (2)

Cara... Na moral...

Fabs e Vivs... Mais dois desfalques em Itu... PQP. =(

Sei que a vida prega peças e tals.

Mas, putz.

Sem mais comentários. A notícia chata já diz por si só.

quinta-feira, 10 de março de 2011

SRDs Cookie e Nina =)

Acho que só Deus sabe o quanto fico feliz quando vejo SRDs no agility!! Não tenho raça predileta, pra mim cão é tudo "dibão", seja com ou sem pedigree, não importa o porte, a raça, o sexo. Mas os SRDs mexem mais com meu lado sentimental, porque em 99% dos casos são cães que já nascem nas ruas ou "jogados fora" por pessoas medíocres. Quando um cão de raça é abandonado, geralmente é mais fácil -- reformulando a frase, MENOS DIFÍCIL -- achar um lar para ele do que quando é um cãozinho que você nem consegue dizer qual o "parentesco canino" mais próximo!

Brisa na casa da protetora

A Brisa, por exemplo. Aparentemente nasceu na rua, foi achada cheia de sarna, amedrontada com qualquer ser humano que chegasse perto e super dominada. A protetora comentou comigo que não sabia como faria pra doar porque não importa quem chegasse perto ela fazia xixi de medo e era muito feinha. Conversei com meu marido e a adotamos. Com muito carinho, dedicação e amor, em dois dias ela parou de fazer xixi quando nos aproximávamos. E brincava no nosso colo. Mais dedicação, mais carinho... Hoje, faz agility.



Cookie e a bola =)
Daniel Nakamura estréia o Cookie. Eu fiquei muito, mas MUITO feliz! Mais um SRD "invadindo" as pistas! Pelas fotos e vídeos (sou do Rio, minha chance de conhecer o Cookie pessoalmente será em Itu) é um cão cativante, fofo, esperto... Como todo SRD tem que ser! É padrão da "raça"! *rs*
Segundo informações apuradas por quem o encontrou, um baterista amigo do Daniel, um carro passou e o idiota dentro dele colocou o Cookie na rua. O anjo amigo do Daniel pegou o cachorrinho vagando sem rumo, mostrou a foto pra galera, Daniel se apaixonou -- recordava um Fox que tinha na infância -- e só precisou da autorização da esposa para  carregar Cookie pra casa! =)

Nina e Brisa se olham no pódio. =D

Cláudia e Nina são duas fofas na pista! A Nina, inclusive, me lembra muito a minha Jolie, que fica no sítio. Primogênita minha e do Rafa. =) São as que podem vencer eu e Brisa na categoria Iniciantes Mini/Midi e, quer saber? 'TÔ MUITO FELIZ! =) Óbvio que, como diz o Fabs, não vou entregar a possibilidade de eu  e Bíbs ficarmos com o título sem lutar! =P *rs* Mas se os deuses do agility assim o quiserem, não ficarei frustrada se Cláudia / Nina levarem o troféu. Estará muito bem entregue para uma dupla esforçada, dedicada e cuja doga é uma SRD!! =D Uma SRD, ainda por cima, parecida com Jolie!


Sei que ainda tem outros SRDs no agility, como a FLEEEAAAAA!!! =) E outros para representar bem a "raça" no meio. Mas no momentos os dois acima citados estão em seus momentos de destaque.

E parabenizo cada um que já colocou, coloca e ainda há de colocar seus SRDs para "trabalhar/brincar" no agility! =D E, lógico, parabenizo também aos teachers que se dispõem a ajudar seus donos a treiná-los!! =D

quarta-feira, 9 de março de 2011

Dividindo O PRAZER DA FOFOCA

O texto não é meu, mas da gaúcha Denair Guzon.
Amei e achei que seria legal compartilhar com vocês.
Em relação à origem da palavra, não sei se procede mas é no mínimo interessante.

Beijos!!

Ensaio sobre O PRAZER DA FOFOCA

A origem da palavra fofoca vem do verbo mexericar que significa falar mal de alguém e que deriva do forte odor que a fruta mexerica deixa na mão. Não há como esconder que se comeu ou descascou uma mexerica.


Essa mesma inclinação reveladora tem o fofoqueiro. Pedir segredo para o fofoqueiro é como pedir a alguém que não revele que comeu uma mexerica. Falar da vida alheia é uma prática bastante antiga.


Na pré-história, os homens buscavam informações da vida de outros humanos, para saber suas fraquezas e medos com o objetivo de dominar, conquistar, vencer. Naquela época não havia escrita e as informações eram passadas oralmente. Assim, a fofoca passou a fazer parte da história, sendo utilizada em estratégias políticas, para desmoralizar monarcas.

No Jardim do Éden, logo após Adão e Eva ter comido do fruto proibido, a Serpente - causadora da expulsão do casal do Paraíso -, não satisfeita, disse para Adão que ouviu dizer que Eva teria dito que achava o seu pinto pequeno. Se Adão acreditou, ou não, o certo é que logo depois tratou de cobri-lo com uma folha de parreira.

O fato das pessoas se importarem tanto em saber sobre a vida dos outros muitas vezes é uma compensação por frustrações próprias, além de pouca atenção e cuidado com a própria vida. Quem faz fofoca levando as derrotas dos outros para frente é porque não quer olhar para os próprios erros. As pessoas mais incapazes são as que mais fazem fofoca. Quem falou isto foi a psicóloga Emília Maria de Oliveira (revista Comportamento, online, ano 1, n° 2).

A fofoca tem reputação indiscutível. Muitos a praticam com zelo e competência invejáveis e nem sempre ela se apresenta como intriga. Às vezes é beneficamente necessária, surgindo como esclarecimento de fatos. Todos os meios de comunicação nos mantém alimentados com a ‘mexericada’ de qualquer espécie.

A futrica governa invisivelmente o mundo, que é uma teia enorme de fofocas aumentando a cada segundo. Há sempre uma boca para fofocar e muitos ouvidos prontos para acolher, distorcer, aumentar e passar adiante. Todos querem dar sua contribuição, sentir ‘o seu prazer’.  Tudo isto parece ser a mais autêntica verdade.

Denair Guzon
denairguzon@gmail.com
Publicado no Recanto das Letras em 23/04/2009
Código do texto: T1555831

sexta-feira, 4 de março de 2011

ITU! Here We Go!!! =D

Já 'tá tudo meio que alinhavado...

Já liguei pro hotel e fiz minha reserva. Minha e do meu pai. É... Do meu pai. =)

Sou muito ligada aos meus pais.


Jolie e minha super-mãe, D. Vera. =)
Muito provavelmente nunca levarei minha mâmi nessas viagens agiliteiras. É muito agito, muito cansativo, ela tem problemas de pressão, não pode comer qualquer comida, tem hora certa de sono, não pode caminhar muito... É uma pena, sei que ela adoraria ir, mas me preocupo com a saúde dela. Em compensação ela ficará tomando conta da nossa caçula, a Sauza. =)

Já meu pai... Ele já algum tempo é mega ativo. Viaja pelo Brasil de moto, faz caminhadas por florestas -- e num pique que fiquei pra trás! -- malha em academia e houve uma época que subia e descia o Alto da Tijuca de bicicleta -- parou por causa de assaltos.

Meu paizão, Luiz Cláudio, fazendo carinho no Bono. =)
Ou seja, a saúde dele 'tá intacta, aguenta o tranco da viagem e qualquer coisa tira cochilo dentro do carro numa boa. Quando mais novo dirigia sem parar de Brasília para o Rio. E aí 'tá outro ponto importante... Meu pai sabe dirigir e tenho alguém que o Rafael permite pegar no carro dele para dividir o volante.

Ele adora cães, conheceu o agility antes de mim!!! Ele às vezes ia quando o Andre Caffaro ainda competia com a Pipa e a Selva -- o Andre é nosso dentista e um dos melhores amigos do meu pai.

Espero que gostem do meu daddy! =)

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Devagar e sempre para manter o controle! =P

Pensei, conversei, refleti, troquei idéias. E me acalmei.

Não tenho pressa. Nem posso ter! =P


Entro nos treinos com a Cóqui com a idéia de diversão na cabeça. Como deveria ter sido sempre. E ela tem estado até mais feliz na pista, voltou a treinar com aquele jeito de moleca dela, com aqueles saltitos de coelho! =D Espero conseguir transferir isso pras provas. Afinal, é esse o meu objetivo hoje: melhorar MEU comportamento nas competições, MINHAS atitudes. A Cocota é perfeita! *rs*


A Bíbs é menos... "Sentimental". Para ela só duas coisas incomodam: gente na pista (e óbvio que tem sempre, o árbitro) e quando a chamo se estiver indo pro obstáculo errado. Ela não se abala com meus "estados de espírito". Acredito que eu não vá avançar pro Grau 2 com a Brisa, mas não me importo. Com ela o que vier é lucro MESMO. =) Se ela tiver que ficar toda a vida agiliteira dela no Grau 1, que seja! =D


A Sauza... Bem, a Sauza ainda é a teimosa do trio. Não é centrada em mim e está longe de participar de matches e desafios, mesmo sendo na categoria Novatos (sem zona de contato, com saltos no chão ou na altura Toy e distância de uma ripa).

Sauza é moleca, uma adolescente rebelde a qual estou penando para educar. Recebo dicas, apoio, mas 'tá feia a coisa. Só Deus sabe quando essa ainda bebê estará pronta pro agility, seja match ou prova oficial. De qualquer forma... SEM PRESSA! =) Ela ainda fará sete meses e não quero pressioná-la como fiz com a Cocota: é ruim pra ela e pra mim, cujo histórico de "pressão" não é nada bom.

E é isso. Meu objetivo no agility atualmente não está relacionado aos meus cães, mas A MIM. EU tenho que desacelerar, brincar mais, curtir mais. Preciso aprender a me controlar, a pegar leve com minhas meninas, a exigir menos delas. Preciso me desligar da competitividade, das guerras de vaidade que nos cercam e quase nos puxam pra dentro. E acredito estar no caminho certo. =D